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CGE realiza reunião bimestral e avalia plano estratégico

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Auditores da Controladoria-Geral do Estado do Piauí participaram na manhã dessa sexta-feira (11) da reunião bimestral que avaliou os trabalhos realizados nos meses de maio e junho. O objetivo do encontro foi orientar o planejamento tático das unidades de acordo com o plano estratégico da instituição que vem sendo implantado nos últimos meses.

Desde o mês de maio as gerências da CGE iniciaram um levantamento de atividades usando a nova metodologia. A visão do Planejamento Estratégico 2014-2017 da CGE é obter, até 2018, o reconhecimento social como órgão de excelência no controle de gestão pública.

“O objetivo dessas reuniões bimestrais é alinhar as atividades operacionais de cada unidade aos objetivos estratégicos da Controladoria a fim de que o trabalho das equipes de auditoria contribua para a missão e objetivos de longo prazo da instituição como um todo”, afirma o auditor do Escritório de Projetos, Márcio Rodrigo Souza.

Na ocasião, o auditor Alexandre Chaves apresentou os avanços pretendidos com o plano de ação, as dinâmicas de atividades realizadas por cada gerência e mostrou os resultados do último bimestre, já baseados no processo de mudança de estratégia para garantir melhores resultados nos trabalhos.

Ele ressalta que a equipe precisa estabelecer uma rotina de planejamento e acompanhamento para vincular a produção diária ao direcionamento estratégico. Para conseguir melhores resultados, ele aponta, ainda, que é necessário estabelecer critérios mensuráveis de produção e aumentar a interatividade com a direção. “Se tivermos um diagnóstico das dificuldades enfrentadas pela gestão, conseguiremos planejar melhor os nossos trabalhos. Por isso é importante sabermos onde vamos atuar”, afirma.

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O Controlador-Geral Darcy Siqueira ressalta a importância de por em prática a implantação do plano e disse que vai avaliar as atividades desenvolvidas nesse primeiro ciclo para estabelecer as prioridades em convergência com o planejamento estratégico. “Antes das reuniões bimestrais, as gerências atuavam isoladamente, ou seja, uma não tinha conhecimento do que a outra realizava. E as ações não comungavam para um objetivo comum. Essa foi a primeira vez que podemos avaliar o novo formato, mas faltam alguns ajustes. Todo processo de mudança necessita de tempo de adaptação e precisamos trabalhar em sinergia para que todas as nossas ações contribuam para a excelência da gestão pública”, completa. 

Escrito por Virgínia Santos   
 

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