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CGE institui metodologia para padronizar processos de despesas do Estado

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A Controladoria-Geral do Estado do Piauí (CGE) instituiu uma metodologia de trabalho para padronizar os diversos procedimentos administrativos de geração de despesa pública no âmbito do Poder Executivo Estadual. Agora, todos os órgãos devem seguir as diretrizes definidas pela CGE e regulamentadas na Portaria CGE Nº 032/2016.

A metodologia perpassa por quatro eixos fundamentais que consistem no estabelecimento de um mapa geral do processo de despesa (fluxograma do processo), definição de rotinas operacionais (roteiro), padronização formal do procedimento administrativo (modelos de documentos para orientar execução da tarefa) e itens de verificação (check list) para orientar os agentes públicos acerca dos elementos de conferência obrigatórios para cumprimento de determinadas tarefas. 

 “Nós criamos um fluxo para que todas as pessoas envolvidas saibam o que fazer e onde ela vai remeter o processo. A partir daí, deverá ser seguido um roteiro, um passo a passo para que cada tarefa seja executada com segurança e impessoalidade. A CGE vai disponibilizar modelos de documentos e planilhas para orientar a execução das tarefas e toda vez que for necessário reunir documentos ou averiguar itens, o agente público terá um check list”, explica o gerente de Controle Interno da CGE, Márcio Rodrigo Souza. 

A CGE dará todo o suporte aos órgãos para que as rotinas administrativas sejam executadas conforme o estabelecido pela Portaria. 

“A metodologia de trabalho vai ser materializada por meio de manuais operacionais que estão sendo editados pela CGE referentes aos diversos processos de despesa pública. Já existem vários em andamento e os primeiros abordarão locação de veículos, aquisição de combustível e diárias. Todos os manuais estão disponibilizados no site da CGE”, afirma o auditor da CGE Marcelo Sekeff.

Consulte os manuais aqui

Segundo o gerente de Controle Interno, espera-se com este trabalho, melhorar a eficiência da máquina pública e prevenir irregularidades.  “Nós esperamos, com esses manuais operacionais, contribuir para a melhoria do gasto público, tornando a gestão mais eficiente, reduzindo o consumo de recursos à quantidade necessária para a prestação dos serviços públicos. Buscamos também evitar que ocorram falhas procedimentais no uso do dinheiro público, dando, dessa forma, mais garantias à sociedade de que o dinheiro arrecadado pelo Estado será usado de maneira regular”, completou. 

 

Escrito por Virgínia Santos   
 

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