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Auditor da CGE participa de curso sobre gestão de riscos

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Em meio ao processo de adequação às novas metodologias internacionais de controle, a prevenção de riscos tem sido bastante utilizada para atuar cada vez mais em caráter preventivo, minimizando possíveis falhas e danos ao erário. E os auditores governamentais da Controladoria-Geral do Estado (CGE) precisam estar preparados para isso.

Com o objetivo de aprimorar ainda mais o conhecimento neste assunto e visando a implementação da governança nas instituições públicas, em especial aos serviços de Saúde e de auditoria, o auditor Antônio Filho foi designado para participar do Curso Gestão de Riscos e Controles Internos – Denasus, que iniciou na segunda-feira (26/02) e segue até a sexta-feira(2 de março), em Brasília (DF).

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De acordo com ele, a prevenção de riscos depende do conhecimento do processo, do mapeamento dos riscos envolvidos, bem como a definição dos alcances e objetivos da instituição. Ele ressalta que se faz necessário priorizar os gastos, realizar controles, encaminhar relatórios e comunicações/ recomendações e auditar se os programas estão sendo realizados de acordo com os blocos de financiamentos e regras de pactuação.

“Na concepção do controle, o foco é prezar pelo resultado e alcance das ações e não mais na finalidade de auditoria. Busca-se, assim, elaborar e definir matrizes de riscos em busca de uma melhor eficiência e controle de gastos e atendimentos de metas programadas. Tal processo inova a gestão em busca de ideias e resultados práticos de refazimentos de métodos e controles antes não utilizados na concepção pública. Tal ferramenta oriunda da gestão privada envolve as ações de riscos e controles com participação da alta administração em todos os aspectos da gestão”, destaca.

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Ele diz ainda a proposta para a CGE do Piauí é implantar técnicas com base nas principais metodologias vigentes.

“Vamos implantar na CGE uma visão de futuro com princípios e normas semelhantes ao governo federal na questão da governança e políticas de complacência das normas e responsabilidades em todos os atores envolvidos, conforme padrões de COSO, ISO 31000 e outras fontes da literatura”, completou.

Para o controlador-geral do Estado, Nuno Bernardes, é uma premissa básica o investimento em conhecimento para aprimorar as ações de controle interno no Estado.

“A nossa intenção é possibilitar que os auditores das mais variadas áreas da CGE estejam sempre buscando inovação e conhecimento para aplicar, no Estado do Piauí, os conceitos disseminados nas mais variadas esferas, bem como conceitos internacionais. Nosso principal capital é técnico e intelectual e precisamos investir cada vez mais no aprimoramento das técnicas dos auditores governamentais”, ressaltou.

Escrito por Virgínia Santos   
 

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